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Steve Jobs o Visionário é a nova exposição que promete movimentar o Museu da Imagem e do Som, com filas de quarteirões à porta. Aberta ontem, e em cartaz até 20 de agosto, a mostra conta a história desta lenda humana, uma das mais inspiradas e inovadoras do século 20. Sob seu comando a Apple inventou o revolucionário computador MacIntosh, mais o iMac, o iPod, o iPhone e o Ipad, o MacBook e o Apple TV. O universo de Jobs é apresentado através de mais de 200 itens, entre fotos, filmes, reportagens e produtos históricos, que mostram a forma como ele pensava e criava. Sua espiritualidade, seu primeiro fracasso, seus embates com IBM e a Microsoft, de Bill Gates, também estão lá. Muitas das imagens são de Jean Pigozzi, fotógrafo francês radicado em Nova York, da confiança de Jobs. O que mais impressiona na mostra são os números, seja de unidades fabricadas e vendidas, seja de faturamento, seja de avanços tecnológicos. Só recordes. Jobs, o menino adotado que revolucionou o mundo, fez tudo isso antes dos 56 anos, quando um câncer o venceu em 2011.
O Mozarteum traz mais uma atração para a Sala São Paulo. Trata-se da Sinfônica de Istambul, regida pelo maestro austríaco Milan Turkovic, com solos do violinista russo Vadim Repin, que toca um Stradivarius de 1733. Na terça Repin toca o concerto de Sibelius, e na quarta o concerto nº 1 de Bruch. A Orquestra completa os programas dos dois dias com obras de Kodalli e Dvorak.
E neste domingo, São Paulo recebe sua 21ª Parada do Orgulho LGBT, na Avenida Paulista. A Pinacoteca acompanha a festa com duas ações especiais do artista plástico Rodolfo Parigi: hoje uma performance de Fancy, personagem criada pelo artista em 2013, que vai posar para uma aula de desenho. E outra amanhã, quando comandará uma visita guiada discutindo o homoerotismo presente em várias obras do acervo do museu. Interessados devem se inscrever no email pinacotecasp@pinacoteca.org.br. Boa Noite.



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O maestro e compositor Rogério Duprat foi uma das figuras fundamentais do Movimento Música Nova e do Tropicalismo, nos anos 60. Genial, inovador, irreverente, ele arrombou portas para a música brasileira. Está morto há mais de uma década. Pois não é que acharam, esquecida numa gaveta há uns 50 anos, uma partitura sua inédita? Trata-se de Antinomies I, considerada uma das primeiras experiências de escrita musical grafista no Brasil. Foi composta em 1962, perdida pelo autor num metrô na Europa, e reescrita em 1966 com possível influência de John Cage. A peça terá sua estréia mundial hoje no Auditório Ibirapuera. A façanha deve-se ao projeto do músico Itamar Vidal, selecionado pelo Rumos Itaú Cultural edição 2015-2016. O espetáculo é comandado por músicos da OSESP, Jazz Sinfônica e Banda Mantiqueira e amplia a intenção multimídia do compositor. Terá projeções em tempo real, e desenhos do ex-Mutante Arnaldo Baptista, que colaborou com Duprat por muito tempo.
E um elenco de exposições de artistas brasileiros modernistas e modernos, da maior importância, chega a galerias paulistas. A obra de Vicente do Rego Monteiro será revisitada a partir de amanhã na Galeria Almeida e Dale. São 38 telas de diferentes períodos, de inspiração marcadamente art decô, que comprovam a importância do pernambucano nos alicerces do modernismo. No próximo dia 8 é a vez de Victor Brecheret, outro grande nome do movimento, ser homenageado na Dan Galeria. São 46 peças, entre esculturas e desenhos, das primeiras décadas do século passado. Entre os mais modernos, Frans Krajcberg ganha mostra na Galeria Frente. Vai das pinturas figurativas dos anos 50 a suas esculturas de materiais orgânicos pigmentados. A carioca Maria Leontina é destaque na galeria Bergamin e Gomide. Falecida há mais de 30 anos, deixou uma obra que viajou entre a figuração, a abstração e a geometria, anunciando o contemporâneo. Finalmente, Iole de Freitas abre mostra amanhã de trabalhos recentes na Galeria Raquel Arnaud. São grandes esculturas em aço. Iole, que cresceu alimentada pelo concretismo, desembarcou direto no contemporâneo.
Boa Noite.



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A 13ª Virada Cultural Paulista acontece entre as 18h de amanhã e as 18h de domingo. São centenas de opções espalhadas pelas ruas e praças do centro da cidade, pelos centros culturais periféricos, nas bibliotecas e nos teatros da Prefeitura. Programações para todas as idades. Tudo de graça. Em vários dos cerca de 40 tablados do centro haverá programação corrida durante 24 horas.
Os destaques vão para os shows do palco do Sambódromo do Anhembi. Daniela Mercury abre a Virada amanhã às 18h. Fafá de Belém entra à meia noite. E os Titãs fecham a festa às 16 hs de domingo. No Teatro Municipal a programação é tão variada, que tem a Orchestra Bachiana, de João Carlos Martins, se apresentando com a bateria da Vai Vai, às duas da manhã de domingo. Da frente do teatro sairão cortejos musicais, de duas em duas horas. Um deles vai coroar Vera Fisher como deusa da telenovela brasileira, e outro terá Tiago Abravanel e Gretchen juntos.
No palco do Anhangabaú serão apresentados trechos de musicais em cartaz. No sábado o destaque é Gota D’Água a Seco, com Laila Garin. No domingo, Wanderléa apresenta 60! Década de Arromba, e Zélia Duncan seu Alegria Alegria. Na Praça Don José Gaspar, só pianos. Nelson Ayres, Amilton Godoy, Eduardo Dusek, Simoninha e por aí vai até terminar com André Mehmari.
Enfim, tem rock, tem funk, tem hip hop, tem samba, tem stand up, tem circo, tem teatro e tem cinema noite afora. Sem contar as programações dos parceiros da Virada: todos os Sescs, o Centro Cultural Banco do Brasil, a Unibes Cultural, entre outros. E tem mais: os teatros distribuirão 4 mil ingressos gratuitos para seus espetáculos em cartaz.
Ou seja, neste fim de semana em São Paulo, só fica em casa quem quer. A programação completa está em viradacultural.prefeitura.sp.gov.br. Boa Noite.


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Em comemoração aos 50 anos do Tropicalismo, Zélia Duncan estrela, a partir de hoje, o musical “Alegria Alegria”, no Teatro Santander. Dirigida por Moacyr Góes, Zélia é a mestre-de-cerimônias que conduz a plateia pela história desse movimento que mudou a música brasileira na década de 60. As canções são de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Torquato Neto, Os Mutantes e Tom Zé.
Indo ainda mais longe, Claudete Soares faz show amanhã no Sesc Pompéia, revisitando clássicos precursores da Bossa Nova, de autores como Caymmi, Vinicius, Lupicínio, Dolores Duran, Maysa, Tito Madi e Johnny Alf. Com ela no palco estará Alayde Costa.
Também no Sesc Pompéia estreou ontem o espetáculo Diásporas, com 45 atores em cena, reunidos nas companhias Elevador, Histriônica e Barulhentos. A dramaturgia de Cassio Pires sobre os deslocamentos de populações, cria três povos fictícios, pertencentes às culturas do mar, da montanha e do deserto. Direção de Marcelo Lazzaratto e música ao vivo de Greg Slivar.
O Teatro Eva Herz, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, recebe a peça “Livia”, com os atores Sol Menezzes e o angolano Licínio Januário, que também assina a dramaturgia. Ambos dão vida à emocionante trajetória de um casal, da juventude à velhice.
A comédia “Não Vamos Pagar”, do italiano Dario Fo, estreia hoje, no Teatro Porto Seguro. Virginia Cavendish e Marcello Airoldi comandam o elenco, dirigidos por Inez Viana. Em cena, um grupo de mulheres decide invadir e saquear um supermercado, em repúdio à alta de preços.
E o museu A Casa apresenta uma exposição de bordados escolhidos pelo curador Renato Imbroisi pelo Brasil a fora. A montagem reproduz a estrutura de uma casa, com paredes, portas, janelas e cômodos feitos em tecidos bordados. Uma casa construída com pano, agulha e linha. Boa Noite.