Dando um empurrão no destino

August 7, 2014 |

Ponto de Vista

Lucas
Lucas Bernardo da Silva, spalla da Orquestra Jovem do Estado de São Paulo. Foto:Heloisa Bortz/Divulgação

Caros, o Marcelo Araujo disparou para os amigos esta história de superação, que merece apoio. Um talento que nasceu do Projeto Guri e agora pode ir estudar em Amsterdam, e servir de exemplo e esperança para tantos outros jovens brasileiros, que podem deixar a condição de vulnerabilidade através do talento musical. Eu já dei a minha ajuda, e muitos outros, como o Julio Landmann, também já deram. Vejam o que podem fazer pelo Lucas. Fico pensando que, se cada um dos meus quase 2.500 amigos que tenho no Face depositar R$10,00, dá pra pagar mais da metade da despesa de um ano, para este garoto se aperfeiçoar com os melhores professores do mundo. Leiam a carta do Marcelo, e a do próprio Lucas, vejam as fotos dele com os pais. Dá vontade de ajudar.

Carta de Marcelo Mattos Araujo:
“Caros amigos e amigas,
Muitas vezes nos deparamos com situações de vida que são exemplos de superação e dedicação. O Lucas estudou violino desde criança no Projeto Guri e depois na Escola de Música Tom Jobim – EMESP. Hoje ele é o primeiro violino da nossa Orquestra Jovem e está para concretizar seu grande sonho. Ganhou uma bolsa para fazer graduação no Conservatório de Amsterdam, onde começará a estudar em setembro próximo.
Para ajudá-lo a se sustentar nesse período, foi organizada uma campanha de arrecadação de fundos.
Pediria a leitura da carta, na qual o Lucas se apresenta e indica suas necessidades, bem como as maneiras de ajudá-lo.
Ficaria muito grato pelas colaborações que vocês pudessem lhe destinar. Elas certamente farão uma imensa diferença no destino de um adolescente brilhante e batalhador.
Por favor, também agradeceria se pudessem ampliar esta campanha junto a seus amigos e familiares.
E para quem quiser ter o privilégio de ouvir o Lucas ao vivo, ele participará do concerto que a Orquestra Jovem fará na Sala São Paulo, no próximo dia 17 de agosto, domingo, às 19h30, antes de partirem para a Europa, onde farão apresentações na Holanda e no Festival Berlioz, na França.
Muito obrigado e grande abraço,
Marcelo Mattos Araujo”

Carta Lucas Bernardo Silva






Veja minha participação no Jornal da Gazeta

August 1, 2014 |

Televisão

O dramaturgo paulista Sergio Roveri se propôs um problemão: escrever sobre Marilyn Monroe sem repetir tudo o que já foi dito, escrito, filmado ou encenado sobre ela, até por um ex-marido, o célebre autor dramático americano Arthur Miller. Mas partiu de uma premissa inédita: revisitar Marilyn em seu último dia de vida, num acerto de contas entre o mito e a mulher, Norma Jean, seu nome de batismo, que chega para cobrar uma vida roubada. Roveri inova também ao entregar estes papéis não a uma ou duas, mas a três atrizes. Elas interpretam não só Marilyn, mas muitas pessoas com quem ela conviveu, incluído aí o ex-presidente americano John Kennedy. O enfoque é diferente. Mas é claro que o entusiasmo pela personagem, seja no autor, no diretor José Roberto Jardim, nas atrizes Bia Borin, Débora Vivan e Priscila Oliveira é o de fãs, fascinados pelo mito. Sem problemas. Quem vai ver Marilyn, pela enésima vez, procurando uma nova maneira de olhá-la, também é. Eu vou. A estreia de Tempos de Marilyn é no dia 5 de agosto, data de sua morte há 52 anos, na Sala Piscina do Viga Espaço Cênico, em Pinheiros. Outra novidade nos palcos paulistas é o espetáculo Submarino, texto de Leo Moreira com direção de Pedro Granato. A trama acontece dentro de uma piscina onde um bando de adolescentes se encontra para praticar natação.
Uma morte acontece e abala a relação do grupo, que tem de lidar com a perplexidade, a digestão e a superação desta ausência. Em cena, oito jovens atores formados pela Escola Superior de Artes Célia Helena em produção do Teatro Pequeno Ato. A estreia é amanhã no Teatro Cultura Inglesa, também em Pinheiros. E a temporada é bem curta. Portanto corram.
Boa Noite.