Veja minha participação no Jornal da Gazeta

May 12, 2017 |

Televisão

Em comemoração aos 50 anos do Tropicalismo, Zélia Duncan estrela, a partir de hoje, o musical “Alegria Alegria”, no Teatro Santander. Dirigida por Moacyr Góes, Zélia é a mestre-de-cerimônias que conduz a plateia pela história desse movimento que mudou a música brasileira na década de 60. As canções são de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Torquato Neto, Os Mutantes e Tom Zé.
Indo ainda mais longe, Claudete Soares faz show amanhã no Sesc Pompéia, revisitando clássicos precursores da Bossa Nova, de autores como Caymmi, Vinicius, Lupicínio, Dolores Duran, Maysa, Tito Madi e Johnny Alf. Com ela no palco estará Alayde Costa.
Também no Sesc Pompéia estreou ontem o espetáculo Diásporas, com 45 atores em cena, reunidos nas companhias Elevador, Histriônica e Barulhentos. A dramaturgia de Cassio Pires sobre os deslocamentos de populações, cria três povos fictícios, pertencentes às culturas do mar, da montanha e do deserto. Direção de Marcelo Lazzaratto e música ao vivo de Greg Slivar.
O Teatro Eva Herz, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, recebe a peça “Livia”, com os atores Sol Menezzes e o angolano Licínio Januário, que também assina a dramaturgia. Ambos dão vida à emocionante trajetória de um casal, da juventude à velhice.
A comédia “Não Vamos Pagar”, do italiano Dario Fo, estreia hoje, no Teatro Porto Seguro. Virginia Cavendish e Marcello Airoldi comandam o elenco, dirigidos por Inez Viana. Em cena, um grupo de mulheres decide invadir e saquear um supermercado, em repúdio à alta de preços.
E o museu A Casa apresenta uma exposição de bordados escolhidos pelo curador Renato Imbroisi pelo Brasil a fora. A montagem reproduz a estrutura de uma casa, com paredes, portas, janelas e cômodos feitos em tecidos bordados. Uma casa construída com pano, agulha e linha. Boa Noite.






Veja minha participação no Jornal da Gazeta

May 5, 2017 |

Televisão

Será inaugurada em São Paulo neste domingo, a Japan House, um espaço cultural, tecnológico e gastronômico, que ocupará o número 52 da Avenida Paulista. Orçado em 30 milhões de dólares – investimento integral do governo japonês – o prédio tem seu projeto assinado pelo arquiteto Kengo Kuma, o mesmo que desenhou o futuro Estádio Nacional de Tóquio, para os Jogos Olímpicos de 2020. O objetivo da Japan House é apresentar aos paulistanos o melhor do Japão contemporâneo, com exposições, palestras e seminários, biblioteca, restaurante e loja de artesanato. A curadoria é de Marcello Dantas.
A Fundação Bienal de São Paulo convidou a artista mineira Cinthia Marcelle para ocupar o Pavilhão do Brasil na 57ªBienal de Veneza, a ser inaugurada no dia 10 de maio. A escolha foi do curador Jochen Volz. A obra instalada nas duas galerias é Chão de Caça, desenvolvida especialmente para o espaço. Um piso inclinado, feito de grades soldadas, ocupa o interior das galerias. Seixos comuns espremem-se nos vãos das grades. Lembra o tipo de piso normalmente utilizado em contextos industriais ou espaços públicos. Entrelaçados nas grades encontram-se elementos escultóricos, uma série de pinturas e um vídeo.
No Teatro do Sesi, estreou ontem o espetáculo musical “Senhor das Moscas”, para temporada gratuita até 3 de dezembro. O texto teatral de Nigel Williams é baseado no romance homônimo de William Golding, de 1954. Golding recebeu o Prêmio Nobel de Literatura em 1983, em grande parte devido a este livro. Direção e tradução de Zé Henrique de Paula, direção musical de Fernanda Maia. 13 atores interpretam alunos de um colégio inglês, presos numa ilha deserta depois da queda do avião que os transportava. Duas lideranças logo se formam: Ralph deseja voltar para a civilização, e Jack, cada vez mais, rompe seus laços com ela.
E no Teatro Cacilda Becker, Antonio Petrin e Roberto Arduin estreiam “Aeroplanos”, do argentino Carlos Gorostiza. O texto reflete sobre o medo da morte, a solidão e a perda de independência do homem que envelhece.
Boa Noite.