Veja minha participação no Jornal da Gazeta

October 6, 2017 |

Televisão

A 20ª edição do Festival de Arte Contemporânea Sesc Videobrasil se instalou no Sesc Pompéia esta semana, e segue até janeiro, apresentando vídeos, instalações, pinturas, esculturas. A curadoria é sempre de Solange Farkas. O tema Panoramas do Sul inspira esta edição, que tem mais de 50 artistas, de 25 países, nem todos pertencentes ao sul geográfico. O conjunto de obras mostra artistas muito mais preocupados em recuperar raízes e salvar o planeta, do que com as discussões políticas ou comportamentais que ocupam as redes sociais.
No Teatro Porto Seguro, o destaque é o novo musical dirigido por Miguel Falabella, intitulado “O Som e a Sílaba”, escrito especialmente para as atrizes Alessandra Maestrini e Mirna Rubim. Maestrini é Sarah Leighton, uma jovem com diagnóstico de autismo altamente funcional, com incrível habilidade para a música. O enredo trata de sua relação com a professora de canto.
A Osesp apresenta esta semana jovens talentos nacionais. Nos concertos de hoje e amanhã, regidos pelo português Pedro Neves, o jovem violinista paulistano Luíz Fílip apresenta a estréia mundial de uma obra de Celso Loureiro Chaves, encomendada pela orquestra. E no domingo, Fílip se une ao já muito premiado pianista Cristian Budu, de origem romena, mas crescido em Diadema, para interpretarem obras de Brahms, Debussy e Kodály.
Na segunda, o Instituto de Arte Contemporânea comemora seus 20 anos abrindo uma exposição que traça um panorama do acervo dos artistas representados em sua coleção. São 158 peças, escolhidas pelo curador Jacopo Crivelli Visconti, dos artistas Amílcar de Castro, Sergio Camargo, Willys de Castro, Luis Sacilotto, Hermelindo Fiaminghi e Iole de Freitas.
E na terça, será aberta, no Centro Cultural da Fiesp, a mostra que celebra o centenário da obra “Fonte”, icônico urinol do artista francês Marcel Duchamp, inventor do ready made, que consiste em retirar objetos de seu contexto comum e transformá-los em arte. A exposição reúne cerca de 150 obras de artistas como Tunga, Lygia Clark, e Hélio Oiticica, influenciadas pelas teorias de Duchamp.
Boa Noite.





Veja minha participação no Jornal da Gazeta

September 29, 2017 |

Televisão

O Museu de Arte Moderna de São Paulo abriu esta semana o 35º Panorama da Arte Brasileira, sua tradicional exposição bienal, voltada para a arte contemporânea nacional. O curador Luiz Camillo Osório se inspirou num dos textos seminais do artista Hélio Oiticica, de 1967, e deu à mostra o título Brasil por Multiplicação. Dentre os destaques, a instalação “Sala de Vidro”, do carioca João Modé; o coletivo Mão na Lata e Tatiana Altberg; a paulistana Dora Longo Bahia; os pernambucanos Lourival Cuquinha e Clarisse Hoffmann e o paraibano José Rufino.
E a companhia holandesa Nederlands Dans Theater 2, uma das maiores referências da dança contemporânea no mundo, se apresenta hoje, amanhã e no domingo, dentro da Temporada de Dança do Teatro Alfa. Serão três coreografias: “I New Then”, “Sad Case” e “Cacti”.
O Itaú Cultural apresenta a Ocupação Inezita Barroso, que reverencia o trabalho da maior incentivadora da legítima música caipira. Inesita foi cantora, atriz, instrumentista, folclorista, professora e apresentadora de rádio e televisão. Morreu em 2015, aos 90 anos. A mostra traz raros registros em áudio e vídeo, programas de tevê, fotos pessoais, de shows e de viagens, recortes de jornais, presentes, prêmios e conversas registradas por Inezita em seu gravador. Sua filha Marta e o jornalista Aloisio Milani puseram no ar o site inezita.com.br, com toda essa informação.
E o teatro Eva Hertz, no Conjunto Nacional, apresenta duas novas produções. Uma estréia hoje: Se Existe, eu Ainda não Encontrei, texto do britânico Nick Payne, sobre gente que quer salvar a humanidade mas não presta atenção nos problemas de quem está próximo. Com Helena Ranaldi e Leopoldo Pacheco no elenco. E no dia 3 estréia uma montagem de Volta ao Lar, de Harold Pinter, com direção de Regina Duarte e Alessandra Negrini encabeçando o elenco. Trata-se da chegada de uma mulher a uma família só de homens. E as mudanças que sua presença provoca. A primeira aos sábados e domingos e a segunda só às terças. Aproveitem. Boa Noite.