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September 8, 2017 |

Televisão

A exposição “Nirvana: Taking Punk to the Masses”, sobre a banda americana, ícone máximo do movimento grunge nos anos 90, chega ao Lounge da Bienal, no Parque Ibirapuera no próximo dia 12. São mais de 200 peças, entre instrumentos, fotos, cartazes, vídeos e objetos pessoais de Kurt Cobain e cia, que vão da origem do grupo, em Aberdeen, na costa oeste dos Estados Unidos, às grandes turnês internacionais. Um prato cheio para os fãs. A mostra já passou pelo Rio, mas nasceu em Seattle, onde ficou seis anos em cartaz e teve mais de 3 milhões de visitantes.
Outra mostra que deve movimentar uma legião de fãs é a que o MIS abriu esta semana sobre o lendário Renato Russo. Giuliano Manfredini, filho único do cantor, abriu o apartamento do pai ao MIS, que está cuidando desta memória e preparou a exposição. O acervo tem mais de três mil peças, e dentre elas foram escolhidos objetos pessoais, manuscritos, cartas, fotos, discos, livros, instrumentos. Com isso, o MIS apresenta a vida e obra deste ídolo do rock nacional.
No teatro, a coincidêndia da montagem de dois textos de vizinhos nossos aqui no Cone Sul. Um do jovem uruguaio Santiago Sanguinetti. O outro do veterano argentino Mauricio Kartum. Ambos os textos são de 2009.
O de Sanguinetti chama-se Nuremberg. É o monólogo de um neonazista histérico que prepara um atentado suicida. Nada no palco além da projeção de cenas do Julgamento dos sobreviventes nazistas em Nuremberg, e dos nomes de brasileiros vítimas de violencia, como o pedreiro Amarildo e a travesti Dandara. Direção de Cesar Maier e interpretação de Osmar Pereira. No Centro Compartilhado de Criação.
O de Kartum, o muito premiado Ala de Criados, estréia dia 15 no Sesc Bom Retiro. O texto inédito no Brasil tem direção de Marco Antonio Rodrigues e tradução de Cecília Boal. A peça se baseia em fato real acontecido em 1919: enquanto Buenos Aires é agitada por uma greve selvagem, os aristocratas estão de férias em Mar del Plata. Em cena, o choque entre os salões e a ala de criados. Boa Noite.




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September 1, 2017 |

Televisão

O maestro inglês Sir Richard Armstrong está em São Paulo para reger a nossa Sinfônica pela sétima vez. Nesta participação na Temporada da Osesp, ele conduzirá um programa muito especial: o segundo ato da ópera Tristão e Isolda, de Richard Wagner. A apresentação será na versão orquestrada e terá cinco solistas vocais, entre os quais o tenor sueco Lars Cleveman, como Tristão, e a soprano inglesa Rachel Nicholls, como Isolda. Por seu caráter operístico, as récitas desta semana, excepcionalmente, têm um calendário diferenciado: começaram na quarta e são repetidas hoje e domingo, na Sala São Paulo. Armstrong tem um alentado currículo: já foi diretor musical das Óperas de Gales e da Escócia, e esteve no comando da Filarmônica de Londres e das Sinfônicas da BBC e de Melbourne.
Outro grande destaque desta semana começa amanhã na Pinacoteca do Estado. Trata-se de uma grande mostra que percorre as quase seis décadas da obra do pintor Di Cavalcanti. Este ano comemoram-se os 120 anos de seu nascimento. E o intuito da exposição é mostrar a preocupação de Di em instalar o modernismo no Brasil, que ele considerava atrasado com relação à Europa. São mais de 200 obras, entre pinturas, desenhos e ilustrações, reunidas entre acervos de importantes coleções públicas e privadas do Brasil, Argentina e Uruguai. As obras serão distribuídas por sete salas do primeiro andar do grande prédio da Luz. A curadoria é de José Augusto Ribeiro. A mostra fica em cartaz até 22 de janeiro, e até lá será lançado um catálogo completo.
E na Galeria Olido, estreou esta semana a montagem “Do Capão pro Mundo, Um musical de Hip Hop”, uma das primeiras produções dedicadas ao estilo. A trama fala de um garoto da periferia que, desde muito cedo, convive com o mundo das drogas. Tudo indica que terá o mesmo fim de tantos outros jovens como ele. Quando tudo parece não ter mais saída, ele é salvo pela música. A entrada é gratuita. Boa Noite.