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July 29, 2016 |

Televisão

O Pivô, galeria, centro cultural e pólo agitador, no centro da cidade, inaugura amanhã o projeto Cartas ao Prefeito, evento organizado pelo Storefront for Art and Achitecture, e que já foi realizado em Nova York, Atenas, Cidade do México e Taipei, entre outras. Idéias sobre a cidade são apresentadas por arquitetos, urbanistas, acadêmicos, artistas plásticos, fotógrafos, curadores. Participam cerca de 50 nomes reluzentes, dentre os quais estão Regina Meyer, Ciro Pirondi, Gabriel e Marcio Kogan, Guilherme Wisnik, Héctor Vigliecca, Carlito Carvalhosa, Cristiano Mascaro, Agnaldo Farias, Erminia Maricato, Aflalo Gasperini Arquitetos, Piratininga Arquitetos, Metro Arquitetos, Andrade Morettin Arquitetos, e até, e com igual razão, o MTST. É bom o prefeito e os candidatos se debruçarem sobre este acervo. As idéias só podem ser boas.
O público tem até domingo para ir ao Teatro Municipal se deliciar com o espetáculo El Amor Brujo – El Fuego y la Palavra, da companhia catalã La Fura dels Baus. O Fura, como é conhecido aqui, já veio várias vezes, traz uma homenagem ao centenário do compositor espanhol Manuel de Falla. A Sinfônica Municipal acompanha o elenco visitante, que canta, dança e faz acrobacias, em meio a projeções e efeitos especiais. Bem ao gosto deste grupo, que ficou famoso pelo espetáculo de abertura dos jogos olímpicos de Barcelona, em 1992.
E a companhia mineira de dança O Corpo chega para sua temporada paulistana anual, pontualmente em agosto. Se instala no Teatro Alfa do dia 4 ao dia 14. E traz duas coreografias já vistas. Uma é Lecuona, doze pas de deux sobre canções do compositor cubano, e um dos trabalhos mais queridos do público. A outra é Dança Sinfônica, que no ano passado festejou os 40 anos do grupo, com trilha sonora de Marco Antonio Guimarães, que usou referências de vários balés marcantes na história do Corpo. E a coreografia de ambas é de Rodrigo Pederneiras. Não podia deixar de ser. Boa noite.





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July 22, 2016 |

Televisão

Chega a São Paulo a Sankai Juku, a mais renomada companhia de dança contemporânea japonesa, para duas apresentações no Teatro Alfa, neste sábado e domingo. A companhia traz sua nova coreografia, a peça “Meguri – Mar Exuberante, Terra Tranquila”, concebida para oito bailarinos. A criação é do diretor de arte, bailarino e coreógrafo Ushio Amagatsu, que pertence à segunda geração de dançarinos de butô. O gênero foi fundado no Japão em meados dos anos 50, e Kazuo Ono foi um de seus maiores representantes. O butô nasceu no pós-guerra como uma reação à invasão dos meios e modos ocidentais. É uma subversão da dança como a conhecemos, com movimentos levados ao limite, e quase sem música.
Macbeth, o clássico de Shakespeare, inspirou a dramaturga e diretora Christiane Jatahy na criação de seu novo trabalho, “A Floresta que Anda”, em cartaz no Sesc Pompeia, até o final do mês. O espetáculo, mistura de performance, cinema, teatro e documentário, lança ao público a pergunta sobre quem seria, ou o que seria, esse Macbeth hoje. O Galpão do Sesc Pompeia, onde a montagem é encenada, funciona como uma espécie de galeria de arte, abrigando telas que exibem histórias de pessoas que tiveram a sua vida atravessada pelos movimentos históricos contemporâneos. A atriz Julia Bernat faz participação solo nesta performance.
O Rio de Janeiro visto do alto é o tema das fotos de Claudio Edinger, na exposição “Machina Mundi – Rio do Céu”, que entrou em cartaz hoje na Galeria Lume, nos Jardins. A mostra destaca, em 12 fotos aéreas, a poesia e a beleza da capital fluminense. Inédita, a individual é fruto de uma pesquisa que vem sendo realizada por Edinger há 15 anos na sua cidade natal. O fotógrafo usa a técnica do foco seletivo, e ressalta com luz e nitidez apenas um ponto no meio da paisagem. Boa Noite.