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June 17, 2016 |

Televisão

O Museu de Arte Moderna de São Paulo, em sua sede do Ibirapuera, recebe na segunda-feira três novas exposições. Na grande sala faz uma homenagem aos 30 anos do Clube da Gravura, que distribui 5 gravuras por ano a 100 associados. Os maiores nomes da arte brasileira, dos anos 60 para cá, assinaram projetos para o clube. A exposição mostrará um exemplar de cada, numa expografia criada pelo escritório Andrade Moretin. Na Sala Paulo Figueiredo, o museu mostra 74 obras de Volpi em pequenas dimensões, das décadas de 30 a 70, pertencentes ao colecionador Ladi Biezus. A idéia é de Aracy do Amaral. E o projeto parede exporá obra do artista cinético francês François Morellet, que faleceu em maio, em Paris, aos 90 anos.
A Casa Triângulo abre amanhã mostra de fotos de Alair Gomes, que entre os anos 60 e 80 fotografou jovens nas praias cariocas. A qualidade de seu trabalho superou a curiosidade homoerótica inicial, e hoje fotos de Gomes estão em todas as grandes coleções nacionais e internacionais. Algumas das series apresentadas são inéditas para o público.
O Museu Afro Brasil abre amanhã mostra que coloca lado a lado artistas populares e pintores modernos, tentando encontrar uma linguagem comum, uma alma brasileira. Assim como há cerâmicas de Mestre Vitalino e Mestre Nuca, há pinturas de Guignard e Cícero Dias e gravuras de Samico. São cerca de 200 peças de coleções públicas e privadas de 13 Estados brasileiros. Curadoria de Fabio Magalhães.
O grande violinista leto Gidon Kremer e sua camerata de excelentes músicos das repúblicas bálticas, se apresenta na Sala São Paulo nos dias 21 e 22, trazidos pelo Mozarteum.
O repertório é vasto, com obras para cordas de Beethoven, Schumann, Tchaikovsky, Mussorgsky, Weinberg e Piazzola.
Finalmente, a Imprensa Oficial do Estado acaba de reeditar, num único volume de mais de 600 páginas, as 150 litos e os textos de Jean Baptiste Debret, sobre o Brasil colonial. O lançamento é amanhã na Pinacoteca. Boa Noite.