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April 8, 2016 |

Televisão

A 12ª edição da SP-Arte, a mais importante feira de arte da América Latina, está em cartaz no Pavilhão da Bienal, no Ibirapuera, até domingo. O evento conta com 140 galerias, sendo 39 delas internacionais. Ligeiramente menor, este ano, o que era esperado, devido à crise que atravessamos. A de 2015 já tinha sido entre 10 e 12% menor que a anterior em valor de negócios. Mesmo assim, as grandes galerias brasileiras vieram todas, e de fora os destaques são a David Zwirner, de Nova York, as inglesas White Cube e Lisson e as italianas Continua e Cardi. Uma das novidades é um espaço dedicado ao mobiliário antigo, moderno e contemoraneo.
Amanhã, o Museu de Arte Moderna de São Paulo promove performance inédita do artista russo Fyodor Pavlov-Andreevich. Ele posará como modelo vivo, nu, por cinco horas, para quem quiser desenhá-lo, dentro do ambiente da mostra “Educação como matéria-prima”. A cada 15 minutos o artista troca de posição e os participantes trocam de cadeira, em sentido anti-horário, e começam um novo desenho. Na ação, o artista também convida as pessoas a se despirem e entrarem na performance. Para participar, é preciso ser maior, ou ter consentimento de pais ou responsáveis.
No Teatro Sérgio Cardoso, Ary França comanda o elenco do clássico “Esperando Godot”, de Samuel Beckett. Além da peça, o público também poderá ver, no saguão, o figurino que Cacilda Becker usou na histórica montagem de Flávio Rangel, de 1969. No papel de Estragon, um personagem masculino, a atriz teve um derrame cerebral em cena, e morreu dias depois, aos 48 anos. Esta semana Cacilda teria completado 95 anos.
O Sesc Pompeia, na capital paulista, recebe o espetáculo “Processo de Conscerto do Desejo”, dirigido e encenado por Matheus Nachtergaele. A montagem é uma homenagem do ator à mãe, a poetisa Maria Cecília Nachtergaele, que morreu quando ele tinha três meses de vida. O ator declama os poemas da mãe.
Boa Noite.





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March 11, 2016 |

Televisão

Há vinte anos os cinco garotos de Guarulhos que formaram o conjunto Mamonas Assassinas surgiram, conheceram a fama, e sumiram no ar. Viraram mitos. Hoje estréia no Teatro Fecomercio o Musical Mamonas, que conta esta história meteórica. O texto é de Walter Daguerre, a direção é de José Possi Neto e a direção musical de Miguel Briamonte. O humor e a irreverência de Bento, Dinho, Julio, Samuel e Sergio são vividos pelos atores Ruy Brissac, Adriano Tunes, Yudi Tamashiro, Elcio Bonazzi e Arthur Ienzura, selecionados em audições. Na trilha, todas as músicas do único disco do grupo e mais as de bandas que fizeram a cabeça dos Mamonas, como Titãs, Legião Urbana, Engenheiros do Hawaii, Guns’n Roses e Rush.
A Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo abre sua temporada 2016 esta semana. Sob a batuta da regente titular, Marin Alsop, a Osesp faz a estreia latino-americana do “Concerto nº 2 Para Percussão”, do escocês James MacMillan, tendo o percussionista Colin Currie como solista convidado. Na abertura do programa, a curtíssima “Machine”, composta pela nova-iorquina Jennifer Higdon, em homenagem a Mozart e Tchaikovsky. Mas o forte do programa está na Primeira Sinfonia, a Titã, de Mahler. Hoje e amanhã na Sala São Paulo.
E a Orquestra Sinfônica Municipal apresenta amanhã e domingo, no Theatro Municipal, Um Requiem Alemão, de Brahms. A regência é do maestro John Neschling. Participação da soprano Lina Mendes, do barítono Albert Dohmen, e do Coral Lírico Municipal. É considerada a maior obra de Brahms. E, ao contrário dos requiems de Verdi e Mozart, não é considerada música liturgica. Baseia-se na versão bíblica de Martinho Lutero. Cantada em alemão.
A partir de segunda, a Oficina Cultural Oswald de Andrade realiza a Mostra de Dramaturgia Latino Americana Contemporanea, com montagens de autores do Uruguai, Argentina, Chile, Bolivia, Peru, Cuba e Brasil. A programação completa está oficinasculturais.org.br.
Boa Noite.