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April 22, 2016 |

Televisão

O grande encenador americano Bob Wilson volta ao Brasil para mais uma parceria com o Sesc Pinheiros. Desta vez apresenta, a partir de amanhã, um espetáculo sobre Mané Garrincha, o grande ídolo do futebol, campeão do mundo em 1958 e 1962. Wilson é uma lenda da cena internacional, um mago que consegue contar histórias de maneira minimalista, só com luz e poucos elementos no palco. É um incrível diretor de atores, de cantores líricos, de bailarinos. Há quase dez anos vem trazendo para o Sesc montagens sobre textos de Beckett, Ibsen, Wedekind, Brecht, Heiner Muller. Esta é a segunda vez que trabalha com elenco nacional. No palco estarão 16 atores e seis músicos. Destaque para Beth Coelho, Ligia Cortez e Luis Damasceno. O espetáculo Garrincha tem como base o texto Estrela Solitária, de Ruy Castro, com dramaturgia de Darryl Pinckney e consultoria de Carlos Augusto Kalil. Até 29 de maio. Dorothy Parker foi uma jornalista e escritora americana, famosa por seu senso de humor, perspicácia e sarcasmo. Era considerada a personalidade feminina mais cínica da Nova York de seu tempo, a primeira metade do século passado. As diretoras Einat Falbel e Giseli Ramos juntaram alguns contos da autora, e criaram o espetáculo “Só Mais Uma”, que estreou ontem, no Teatro Pequeno Ato, em São Paulo. A montagem aborda questões clássicas do universo feminino e o papel da mulher na sociedade, tratando, com graça e ironia, temas como a solidão, o amor e a dependência.
E a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo apresenta esta semana um concerto com a presença do pianista inglês Paul Lewis, em residência na Osesp este ano. Marin Alsop rege a orquestra e o solista, que apresentam a abertura da Flauta Mágica e o Concerto nº 12 para Piano, ambas de Mozart. Na segunda parte a Osesp toca a Sinfonia nº 7 de Prokofiev. Hoje e amanhã na Sala São Paulo.
Boa Noite.






Salão Internacional do Móvel de Milão 2016

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Arte e Design

Salão de Milão Estande da MDF Itália, no Salão Internacional do Móvel de Milão. Foto: Divulgação

Dicas de Helio Bork, direto do Salão de Milão:
“Os materiais e cores estão bastante definidos. Cinza é a cor ! E é somente a confirmação do ano passado e a semente do retrasado que se mantém fortemente. A princípio era algo como uma mescla de beige e cinza, aqui apelidada de “Greige”. Agora porém cinza mesmo, desde a mescla até o grafite escuro quase preto. Nas madeiras, o cinza não vem mais predominante na forma de laca, mas sempre com os veios visíveis e, em sua grande maioria, aplicado ao Carvalho, ou Nogueira.
Tecidos sempre naturais mas, sempre em cinza. Ainda tintas que simulam metais sobre as madeiras, como estanho, aço cortem e latão. Aliás, o latão está Vivo ! Aplicado em diversos detalhes o próprio latão, vê-se presentes.
Muitas peças ressuscitando antigos desenhos dos anos 40 e 50. Destaque para a fantástica escrivaninha desenhada por Michele De Lucchi para a Molteni&C. Diga-se de passagem, o stand da Molteni é o mais bem montado da feira. Ainda sobre as marcas, destaque para no novo sofá de Patricia Urquiola para a Moroso. Jean-Marie Massaud fez seu melhor projeto para a MDF Italia. Uma nova coleção de cadeiras que provavelmente, tudo indica será a nova sensação do mercado.”