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July 31, 2015 |

Televisão

Claudia Raia está em cartaz em São Paulo, no teatro Net, com o espetáculo que festeja e rememora seus 30 anos de carreira. Desde o primeiro papel, aos 16 anos, no musical Chorus Line, à estréia na tevê num quadro humorístico de Jô Soares, mais todas as novelas que fez e sua presença nos palcos, tudo é revivido em “Raia 30 – O Musical”, que tem texto de Miguel Falabella e direção de José Possi Neto. Cláudia fica em cena praticamente o tempo todo.
Na mesma linha do Cirque du Soleil, o francês Cirque Plume estreou ontem abrindo a 12ª Temporada de Dança do Teatro Alfa. O grupo de 20 pessoas, entre técnicos e artistas treinados em música, dança e acrobacias, encerra aqui a turnê que festeja seus 30 anos. Trazem o espetáculo Tempus Fugit, o décimo da carreira, criado e dirigido por Bernard Kudlak. E que trata do instante, suspenso no ar, entre o tic e o tac do relógio, o repouso e a queda, o momento e a eternidade. Só até domingo.
A Oca, no Ibirapuera, recebe no próximo dia 5 duas exposições importantes. Uma delas chama-se Invento. Os curadores Marcello Dantas e Agnaldo Farias reuniram 35 obras de 30 importantes artistas da contemporaneidade para ilustrar algumas das principais invenções dos últimos 150. Na mostra há obras de Man Ray, Andy Warhol, Bill Viola, Christian Boltanski, Damián Ortega, Nam June Paik, e dos brasileiros Nelson Leirner e Guto Lacaz, entre outros.
Na outra, chamada O Papagaio de Humboldt, o curador Alfons Hug se inspira no explorador alemão e inventa uma grande instalação sonora com gravações de 15 artistas que resgatam idiomas indígenas em risco de extinção na América Latina. Como o idioma yámana, de uma tribo da Terra do Fogo, falado hoje por apenas uma sobrevivente, e registrado por um artista chileno. Duas mostras que, de fato, nos põem para pensar. Boa Noite.