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February 20, 2015 |

Televisão

O Instituto Tomie Ohtake, em Pinheiros, está apresentando as primeiras mostras de seu calendário de 2015. Numa delas reúne pela primeira vez um panorama da obra de Renata Tassinari. São 50 pinturas produzidas entre os anos 80 e 2013, que apresentam ao público a rica trajetória da produção da artista paulistana com enfoque na importância que a técnica da colagem adquiriu em suas criações. Colorista por excelência, Renata Tassinari desenvolve seu trabalho tendo como base uma estrutura simples que ela explora renovando os materiais. Na outra mostra do instituto Ricardo Hantzschel apresenta a exposição Sal. Com trinta e duas fotografias impressas em papel salgado as imagens foram captadas por diferentes tipos de câmaras, da pinhole à digital, entre 2011 e janeiro desse ano. Com texto de Fernando Lemos, as imagens documentam o processo de extração manual de sal na região dos lagos no Rio de Janeiro. O trabalho ressalta os aspectos estéticos da extração salineira e seus personagens focando um modo de produção que se mantém inalterado desde o século 19 e que segundo Hantzschel tende a se extinguir. Perto dali, na Vila Madalena, a marchand Raquel Arnaud abre a temporada de sua galeria com uma coletiva organizada por Cauê Alves chamada “Into the Light” e que foca na luz e sombra. Estão na mostra obras de Richard Serra, Jesus Soto, Lygia Clark, Wolfram Ullrich, Carlos Fajardo, entre outros. E nos Jardins a Zipper Galeria mostra pinturas recentes de James Kudo e duas instalações em que ele faz jorrar metaforicamente as águas aprisionadas em suas telas. Ainda na galeria uma instalação do peruano Diego Arregui que se apresenta ao público brasileiro. Arregui, que vive no Chile, trabalha sobre com a fotografia.



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February 13, 2015 |

Televisão

Depois de uma turnê pelo interior do Estado a Orquestra Sinfônica de São Paulo apresenta dois concertos na Sala São Paulo, hoje e amanhã às 19h30, com ingressos a preços populares. Sob a regência do maestro convidado Isaac Karabtchevsky, a Osesp interpreta duas obras de Villa-Lobos: o Prelúdio das Bachianas Brasileiras número 4 e a Sinfonia número 8, que estreou em 1955 no Carnegie Hall com a Orquestra da Filadélfia, regida pelo próprio Villa-Lobos. A obra será gravada este ano pela Osesp dando continuidade ao projeto de revisão, edição e gravação das sinfonias de Villa-Lobos sob a supervisão e regência de Karabtchevsky. Ao final a Osesp apresenta a vigorosa suíte “O Pássaro de Fogo”, versão 1919, de Stravinski, escrita originalmente para um balé e que explora um universo de fantasia com herói, bruxo, princesas e o tal pássaro mágico. E no dia 26 Marin Alsop, a regente titular da orquestra, comanda o concerto de abertura da temporada 2015. No repertório as obras Rapture, do compositor americano Christopher Rouse e a aguardada Sinfonia número 5 de Mahler.
Considerado o cartunista mais brilhante de sua geração Henfil morreu em 1988, aos 43 anos, vítima de complicações decorrentes do vírus HIV, que contraiu numa das constantes transfusões de sangue das quais precisava por ser hemofílico. Agora, quando faria 70 anos, seu último livro “Como se faz humor político” é relançado pela editora Kuarup, trinta anos depois da primeira edição. A obra é uma entrevista sua ao jornalista e crítico musical Tárik de Souza e continua atual, alinhada ao momento político que vivemos. O livro revela os detalhes do ofício desse craque do humor que criou personagens clássicos como “Os Fradinhos” e “Graúna” e traz prefácio do jornalista e escritor Sérgio Augusto.
Boa noite.